Roger DeWitt · CC BY 2.0Matthew Boyd abre o Jogo 1 dos Cubs contra San Diego
A disponibilidade de Alex Bregman na terceira base segue indefinida antes do primeiro jogo da série.
TheSportsDB · free-tier / non-commercial — review before commercial launchMatthew Boyd será o abridor do Jogo 1 dos Cubs de Chicago contra os Padres de San Diego, com o destro Michael King escalado para abrir a série pelo lado de San Diego. A escolha de um canhoto para o primeiro jogo da série é a parte definida do plano dos Cubs. A disponibilidade de Alex Bregman na terceira base não está.
Os dois abridores arremessam de lados opostos, o que molda a forma como as duas ordens de rebatedores provavelmente serão montadas para o jogo de abertura. Nomear Boyd primeiro também fixa o ponto a partir do qual o resto da rotação de Chicago é organizado, ainda que nada além do Jogo 1 tenha sido definido.
A designação de Boyd acontece na abertura da série, o que significa que ele carrega o jogo que define o tom para o que vier depois. Chicago não indicou até onde espera levá-lo na partida, nem quem o seguiria saindo do bullpen.

A questão de Bregman na terceira base
TheSportsDB · free-tier / non-commercial — review before commercial launchA situação de Bregman na terceira base está indefinida. A sua disponibilidade na defesa é tida como incerta, e nenhuma decisão sobre se ele joga na posição no Jogo 1 foi anunciada. O motivo da incerteza não foi explicado, e nenhum prazo foi dado para a resolver.
Porque importa a escolha do abridor do Jogo 1
TheSportsDB · free-tier / non-commercial — review before commercial launchO abridor de um jogo de abertura não é apenas o primeiro braço usado numa série; a escolha define a ordem de tudo o que vem atrás. Um treinador que nomeia um canhoto para o Jogo 1 pode planear o bullpen de forma diferente nos jogos seguintes, e a formação adversária é montada a pensar nesse primeiro confronto. Boyd pelo Chicago e King por San Diego enquadram o jogo de abertura mais do que qualquer dos nomes isoladamente.
Isso deixa os Cubs com uma decisão resolvida e outra ainda em aberto. A escolha para a terceira base vai além da ordem de rebatedores: decide quem cobre o lado esquerdo do campo interior e como o corpo de lançadores é protegido atrás dele, o que é uma razão pela qual um clube pode esperar antes de se comprometer.
O que ainda não está resolvido
- Se Alex Bregman será titular na terceira base, e como o Chicago cobre a posição caso não seja.
- Como a rotação dos Cubs se organiza atrás de Boyd para o resto da série.
- A formação de San Diego atrás de Michael King, e como os Padres planeiam usar o bullpen.
Os Cubs não explicaram como se alinhariam defensivamente sem Bregman na terceira base, e o seu plano para os jogos depois do primeiro não foi detalhado.
O jogo de abertura responderá à questão da terceira base simplesmente por ser disputado. Até ao primeiro lançamento, o plano de lançadores do Chicago é a parte fixa do quadro e o campo interior é a parte ainda em aberto.
Perguntas frequentes
- Quem abre pelos Padres no Jogo 1 contra os Cubs?
- Michael King, um destro, está escalado para arremessar por San Diego no jogo de abertura, frente ao canhoto dos Cubs, Matthew Boyd.
- Alex Bregman pode jogar na terceira base no Jogo 1?
- Isso não está resolvido. A disponibilidade de Bregman na defesa é tida como incerta, e nenhuma decisão sobre a posição foi anunciada.
- O que significa a escolha do abridor do Jogo 1 dos Cubs para o resto da série?
- Começar com um canhoto molda a ordem da rotação e a forma como o bullpen deverá ser usado nos jogos seguintes, embora Chicago não tenha detalhado como os seus abridores se alinham atrás de Boyd.
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